quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Comunicação Institucional

Neste texto pretendo abordar o assunto “Comunicação Institucional” tratado pela professora Claudia Nociolini Rebechi na aula do dia 30/09, também dando certa continuidade ao meu último post, onde falei um pouco sobre imagem e identidade corporativa.

A Comunicação Institucional dentro de uma organização é a responsável diretamente pela construção da identidade e imagem corporativa, enfatizando a missão, visão e os valores desta instituição. Visa sempre seu objetivo de conquistar confiança, credibilidade e simpatia dos públicos de interesse para com a organização, contribuindo também na criação da personalidade da empresa e estabelecendo um conceito público da mesma.

Essa Comunicação relaciona-se com os aspectos institucionais, disseminando informações sobre as práticas, filosofias e políticas da organização que são de interesse público.

A comunicação Institucional visa todos os públicos de interesse, tanto interno (funcionários e administradores) quanto o externo (clientes, parceiros comerciais, etc). Com Esta é possível se conhecer a organização, planejar e gerenciar sua imagem e sua marca, coordenando todos os instrumentos de comunicação interna e externa para o projeto de uma imagem institucional consistente, assim tendo uma melhor aceitação e colocação no mercado.

Por Natalia Pastorelli

Fonte: Aulas da disciplina Comunicação Organizacional com a Professora Claudia Rebechi.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Blogs Corporativos: uma nova estratégia de comunicação

A internet passa por uma transformação profunda – a maior desde sua criação. Formas de comunicação inovadoras, mobilidade total e colaboração são as palavras que definem este novo momento.

Ao falar do blogs, Barbosa Lima (2004) diz que:
Mais que uma popularização de uma ferramenta de comunicação, assistimos ao surgimento de um importante instrumento democrático. (...)Parece de fato que os gurus da Internet não estavam errados quando afirmavam, em 1995, que a Internet permitiria uma democratização da informação, tanto para quem produz quanto para quem consome.

Como ferramenta de comunicação interna ou externa, o blog tem o poder de provocar uma mudança de paradigma no relacionamento corporativo. Os diversos públicos da organização, como clientes e parceiros de negócios têm, nos blogs, possibilidade de interação com a empresa. Enquanto o marketing e as relações públicas se encarregam de transmitir a mensagem unificada da companhia em diferentes plataformas, os blogs são mais parecidos com uma conversa casual com consumidores e parceiros.

Percebe-se que aos poucos, algumas instituições substituirão seus instrumentos de comunicação tanto externa quanto interna, como jornal-mural, boletins distribuídos via correio eletrônico, por blogs de negócios ou blogs corporativos, uma vez que as newsletters guardam características da mídia impressa, não permitindo participação do receptor/usuário/consumidor/cliente.

Porém é preciso destacar características próprias de cada modelo de blog utilizado nas organizações, normalmente divididos em dois grupos:

Os blogs corporativos externos são aqueles que a empresa publica para acesso de qualquer pessoa na Internet, com o propósito de interação externa, seja como canal de comunicação, de reforço da marca, feedback para desenvolvimento de produtos, gerenciamento de crises, relações públicas, relacionamento com a mídia, posicionamento estratégico, etc.

Já os blogs internos são canais de comunicação entre a organização e seus públicos internos, como por exemplo, para de comunicação interna, gerenciamento do conhecimento, acompanhamento de projetos e colaboração interna, integração e reforço de iniciativas de recursos humanos, etc. O blog interno pode ser uma colaboração entre membros de um projeto, pode servir como uma intranet ou ainda, pode funcionar como um ouvidor interno.



Por Luiza Palmeira

Fonte:BARBOSA LIMA, Alessandro Barbosa. Blogs: um desafio para a imagem das empresas. Disponível em http://periodicos.anhembi.br/arquivos/trabalhos/164311.pdf

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O que é feedback?

Quando pensamos em feedback, logo nos vem a cabeça, “um puxão de orelha”, pois associamos esse nome a uma retorno negativo do que fizemos.

Mas não deveria ser assim, ele tem como objetivo transmitir a uma pessoa informações que a ajudarão a melhorar seu desempenho, no sentido de conseguir atingir os objetivos programados.
Ele pode ser de dois tipos: Aberto: Aquele que vai direto ao assunto através de perguntas que são realizadas durante a aplicação de testes e exercícios. Mostrando assim o que a pessoa entrevistada entendeu ou não entendeu; Velado: Esse é observador, e não tem como mentir a verdade, pois é realizado através da expressão, posição, movimentos e atitudes do entrevistado.
Dar feedback é uma coisa muito complicada, assim como receber também é, mas para aplicar é necessário que quem vai fazê-lo saiba se a pessoa está ou não preparada para aquilo. Pois uma critica que poderia ser levada como sugestão de melhora, muitas vezes é levado para o lado pessoal.

Por isso é importante passar para funcionários, que o feedback pode ser tanto positivo, quanto negativo, pois as pessoas precisam saber sobre o que estão errando, bem como o que estão fazendo de bom para melhorar a organização.

Como receber um feedback?

Primeiramente, devemos ouvir sem interromper a pessoa, e para isso, relaxe, respire fundo e ouça atenciosamente o que ela tem a te dizer, pois o que foi dito pode te acrescentar de uma forma muito positiva. Depois de feito isso, faça algumas perguntas, afim de saber se realmente você entendeu o que foi dito e por final reconheça o que é correto. Concordar com algo que foi dito a seu respeito é bem diferente do que concordar que você é da forma descrita.
Agindo dessa maneira o processo é menos doloroso quando negativo. E quando positivo, consegue extrair o máximo de informações para que continue acertando sempre.
E lembre-se, o feedback é indispensável para que as pessoas dentro da organização saibam como está seu desempenho. Por isso não se assuste quando for chamado para um. Pense nele como uma forma de aprendizado!!
Por Fernanda Damasceno


Fonte: http://www.umtoquedemotivacao.com/motivacao/feedback-o-que-e-3

domingo, 4 de outubro de 2009

A web que divulga


As agências de publicidade estão acreditando em um novo perfil de consumidor para divulgar seus produtos, este perfil que cada vez mais se adapta às redes sociais de internautas no Brasil.

Não é difícil compreender o motivo de tanto frenesi.Se as pessoas estão utilizando grande parte do seu tempo navegando, nada mais óbvio de que explorar este poder que a web tem para vender idéias, produtos e estilos de vida.Todo o tradicionalismo passa a ser deixado de lado, dando espaço as mídias digitais, um ambiente inovador muito constante no poder da existência de mudanças.Pesquisas e números trazem levantamentos positivos para esse segmento, prevendo um crescimento promissor, passando para as empresas certeza de que se utilizando a rede estará “plantando” em terreno fértil.

Foi premiado em Cannes um projeto criado pela agência LiveAD, chamado “Mil Casmurros”, ele que existia com o intuito de divulgar a minissérie Capitu exibida em 2008 pela Rede Globo de Televisão.O projeto ofereceu um site que projetou uma leitura coletiva da obra de Machado de Assis.As pessoas se encantavam ao ler na web os trechos do livro e no mesmo período assistir na televisão os mesmos mas com uma dramatização.

Não existe formula certa para o sucesso na web, aproximação de múltiplos públicos e muita ousadia são as palavras chave para esse processo.
Por Marcela Amorim
Fonte: Revista Rolling Stone

sábado, 3 de outubro de 2009

Responsabilidade Social Corporativa



A visão das empresas sobre assuntos relacionados ao bem estar de seus colaboradores e sociedade, bem como assuntos sobre sustentabilidade ambiental vem mudando.
O fato de uma organização preocupar-se com certos valores e princípios contribui para melhor aceitação de seus públicos em relação a sua imagem, alem de que alguns fatores como responsabilidade com o meio ambiente e comunidade podem influenciar diretamente no desempenho econômico, tornando-se algo mais: investimentos. Estes que podem até ser altos em uma primeira instancia, mais que pode trazer ótimos resultados financeiros.
A responsabilidade social deve ser tratada como uma transposição do papel empresarial a um campo que ultrapassa os limites da produção de bens e acumulação de capital. Como se toda empresa devesse assumir suas responsabilidades perante uma sociedade.
A responsabilidade social corporativa segue a linha das políticas organizacionais de cada empresa para desenvolver respostas as necessidades sociais.
Uma empresa é valorizada quando mostra comprometimento as suas políticas sociais, honestidade para com quem está direta ou indiretamente ligado a ela e se faz transparente no que condiz a sua estratégia de mercado.

Relacionamentos consistentes e duradouros com os devidos públicos se fazem altamente necessários hoje em dia. Isso já foi percebido por todas as organizações. Para manter-se no mercado atual, se faz necessária uma política bem estruturada, por tanto, quem vê a responsabilidade social como um meio de gerar lucros e abater impostos por exemplo, não terá eficácia alguma no combate a nenhum mal social ou moral e com certeza não alcançará seu objetivo.
Por outro lado, se bem comprometidas com as responsabilidades sociais que condizem com suas filosofias, agregarão valor a sua imagem e de fato estarão fazendo a diferença de alguma forma à sociedade.
Para que a responsabilidade social surta o efeito esperado, e a organização seja reconhecida cidadã, os valores devem ser seguidos com fé e enfatizarem a transparência e compromisso com as responsabilidades assumidas.
Não só as empresas, mais todos nós, não podemos deixar de lado a responsabilidade social, e as praticas cidadãs. O âmbito empresarial priorizemos a ética nos negócios, preservação do meio ambiente, dos recursos naturais e da saúde pública.


Por Vinícius Ponsano

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Nosso projeto


A Associação Palavra Viva é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional, que tem por objetivo humanizar a cultura por meio dos veículos de comunicação de massa. Para difundir suas mensagens, ela criou um programa de televisão chamado "Palavra Viva" e uma série de programas de rádio, além de CDs, vídeos, jornal impresso e um site na Internet.

Há dois anos, a Associação e a Universidade Metodista de São Paulo constituíram parceria e assumiram a realização do Movimento de Responsabilidade Social com a participação dos alunos do Curso de Relações Públicas em torno do projeto intitulado “Um Dia pela Paz”. O evento obteve resultados tão positivos, que a parceria continua em ação.

Agora chegou a nossa vez. Nós também aceitamos o desafio e vamos, neste semestre, trabalhar em prol da cultura da paz. Iremos elaborar e desenvolver um projeto que, além do conteúdo acadêmico, incluirá o planejamento e execução de um evento que tem por objetivo promover o lançamento do novo projeto criado pela Palavra Viva, direcionado para crianças que estão cursando a 5° série do ensino fundamental afim de, através da educação, internalizar princípios e adoção de condutas que resultem na construção e consolidação da cultura da paz.

A Associação pretende, a partir de nosso trabalho, elaborar, em 2010, um projeto educacional voltado para a paz, que deverá ser colocado em prática a partir de 2011.

Iremos postar, ao longo do desenvolvimento do projeto sobre nossas ações, para que você leitor, possa nos acompanhar.


Por Vinícius Miraglia


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Como administrar uma crise interna de liderança?

Quem nunca trabalhou em uma empresa em que o diretor foi mandado embora, ou até mesmo se demitiu por algum motivo? Quando isso acontece, é provável que ocorra dentro da empresa uma crise, uma vez que sempre fica dúvida:Quem irá substituí-lo? Essa transição nem sempre é programada pela empresa, pois são diversas as causas que levam a essa atitude.


A sucessão é sempre um momento crítico na gestão da empresa”. Afirmou Santiago Barba Vera, professor da Universidade de Deusto, em sua pesquisa A sucessão do CEO: gestão de uma crise. No texto o autor diz que é importante que as empresas tomem cuidado com tais atitudes, pois não percebem que esse processo interfere muitas vezes nos resultados da companhia e na motivação dos profissionais.


A saída de um profissional qualificado pode ocorrer de duas formas: uma quando a substituição é programada, como a aposentadoria, e a outra, em que ela não é programada, quando existe um corte, por exemplo.


Quando programada, a crise torna-se mais fácil de administrar. Mas é importante que se tome alguns procedimentos, por exemplo um plano de sucessão que seja implementado antes dos acontecimentos, como uma forma de prevenção. Grandes empresas acham muito importante já se ter uma pessoa capaz de substituir.


Agora, quando não programada, a substituição é mais difícil, pois as dúvidas são: promover um candidato da própria empresa, ou optar por novas pessoas? Independentemente do que a empresa decidir é importante que ela comunique a decisão o mais rápido possível da saída do profissional em questão.


Se a empresa optar por um profissional interno, tudo se torna mais fácil. O problema é apenas quando existem muitos profissionais indicados ao cargo e a empresa resolver optar por um de fora. O professor da Universidade de Deusto, diz que nesse caso, é importante que a diretoria evite a desmotivação dos profissionais internos, além de se certificar que exista uma colaboração durante todo o processo. “O tato, a comunicação, os aspectos econômicos e motivacionais também são da máxima importância” diz o professor.


Quando a decisão é contratar um profissional externo, é importante que ele seja capaz de assumir essa posição, bem como ter um “bom jogo de cintura” para conseguir apoio. Pois na maioria das vezes, esse é rejeitado pelos companheiros de trabalho, o que dificulta sua permanência dentro da empresa.


Quando tudo estiver resolvido, o profissional instalado na sua função e desenvolvendo bem o seu papel, a crise aos poços se resolverá, não de uma forma imediata, aos poucos. Como disse o professor: “Na gestão de uma crise de liderança, o que está em jogo na empresa é muito mais do que a substituição de um CEO por outro: está em jogo a reputação da equipe administrativa e o prestígio social da empresa.”


Por Fernanda Damasceno

Fonte: http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewfeature&id=1080&language=portuguese