sábado, 7 de novembro de 2009

O processo de Downsizing

Em um tempo não muito distante, um trabalho como calcular uma folha de pagamento levava em média um mês e era realizado por uma grande equipe de pessoas. Hoje em dia pode ser feito por uma ou duas pessoas, apenas com o acionamento de uma tecla em um computador, com um tempo menor, e muitas vezes com maior qualidade.

Como resultado do desenvolvimento da tecnologia e do mundo como um todo, as equipes de trabalho tiveram que aumentar seu rendimento para manter suas empresas competitivas. Esta necessidade de aumento do desempenho das empresas aliada ao desenvolvimento tecnológico principalmente na área de informática nas empresas, deu inicio a teoria do Downsizing.

O Downsizing é uma técnica que visa eliminar a burocracia entre níveis hierárquicos, organizando essa estrutura de modo a torná-la mais eficiente. No português claro, é a horizontalização da estrutura hierárquica, que leva na maioria das vezes a muitas demissões em uma empresa.

O downsizing muitas vezes chega na hora certa, quando a empresa está inflada, e enxuga a estrutura a tal ponto que a deixa de fato mais produtiva e eficaz: as informações entre níveis são mais rápidas, assim como os resultados. Os produtos melhoram, os acionistas e clientes ficam felizes. Mas e se enxugar demais e os colaboradores atuais, em menos numero ficarem sobrecarregados?

Geralmente as consequências são funcionários estressados e desmotivados, resultados atrasados, e muitas vezes clientes insatisfeitos. Outro grande problema é que nem sempre essas "4 peças" que são obtidas com a "melhoria" dos resultados são iguais às 6 peças que eram produzidas anteriormente.

Ao projetar o downsizing, um bom plano de comunicação interna deve estar integrado. Todo processo de mudança em uma empresa é difícil para um colaborador.

Um trabalho de motivação dos que ficam que consolide a cultura organizacional e vise o comprometimento de todos, a começar de uma campanha de informação dos colaborados a respeito do processo que passarão: motivos, ações etc, é fundamental. Transparência e respeito trazem o funcionário para perto da empresa.

Além disso, deve-se conhecer bem as tarefas que serão modificadas. Não se deve apenas reduzir o número de postos de trabalho, e sim reorganizar uma área, de modo que o aumento do desempenho seja realmente perceptível. Deve-se ter em mente que os trabalhadores que permaneceram na empresa terão mais tarefas, mas tais trabalhadores não podem ser sacrificados.

Em resumo: deve-se fazer com que os trabalhadores afetados pelo downsizing participem dessa estrutura, fazer com que eles sintam que realmente são parte da nova mudança e que o empenho deles fará toda a diferença, tanto para a empresa, quanto para o desenvolvimento de seu trabalho.

Por Vinícius Ponsano

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A importância dos equipamentos no processo comunicacional

No processo comunicacional buscamos sempre alcançar o compreendimento total de nossas mensagens. Para isto, aplicamos pesquisas em nossos públicos para encontrar a melhor maneira e a linguagem certa para estes, estudamos o meio em que estes estão inseridos e seus objetivos, para que estes possam se alinhar com os da organização.

Após destas analises, escolhemos a forma que essas mensagens serão passadas e para isto devemos dominar os equipamentos que foram utilizados na construção deste processo comunicacional. Estes são importantes desta da confecção de um simples folder até a divulgação de mídias virtuais pela Internet.

Sabemos que os equipamentos passaram por reformulações ao longo dos anos. Hoje, celulares são considerados ferramentas de trabalho, pois, passaram a ter novas funções como mandar e-mails, construção de textos e até mesmo podendo realizar pequenas vídeoconferências.

Acompanhar essa evolução é necessário para qualquer organização, pois, novas ferramentas surgem para auxiliar no processo comunicacional, agilizando este e abrangendo cada vez mais outros públicos. Podemos citar um exemplo, o Twitter. Este passou a ser implementado por diversas organizações para atingir de outra maneira seus públicos de uma maneira rápida e eficaz, deixando com que seus públicos interajam com a empresa também.

Devemos pensar que, os equipamentos estão em constante evolução, devemos analisar e buscar o mais adequado para nossas atividades cotidianas. Não podemos fechar os olhos para a tecnologia, esta não veio para se tornar um problema e sim, se bem utilizada, para facilitar nossas atividades e auxiliar nos processos comunicacionais que serão desenvolvidos para as organizações.

Por Vinícius Miraglia

fonte:http://br.monografias.com/trabalhos3/gestao-comunicacao-organizacional/gestao-comunicacao-organizacional2.shtml

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O ambiente de trabalho

Todos nós sabemos que o ser humano é fruto do meio em que vive, e que é movido por necessidades básicas que podem motivar ou não.

Por isso, quando falamos em ambiente de trabalho, devemos pensar que este também deve influir no comportamento das pessoas e por sua vez nos resultados das empresas em todos os sentidos. Com isso, não se pode exigir resultados dos empregados se não oferecem para ele um mínimo de comodidade e de condições para satisfazer suas necessidades básicas. Pois quanto melhor e mais bem atendidas essas necessidades, o desempenho será tão bom quanto.

O ambiente de trabalho possui duas partes distintas: a física (decoração) e a social (as pessoas que nele trabalham). Segundo Magalhães (1990) “....influem no conforto social. Evidentemente, se tais elementos forem precários, ninguém trabalhará com moral elevado. Conforme a natureza do trabalho, exigir-se-á uma luminosidade, uma temperatura, um grau de umidade diferente, o que também deverá estar de acordo com a região onde se trabalha e a época do ano. (p. 51)”.

Por isso devemos dar uma atenção especial no ambiente de trabalho, ele deve ser uma extensão da nossa casa, pois quanto maior o grau de satisfação dos empregados com esse ambiente, mais motivados se sentem para trabalhar nele, logo a produtividade aumenta.

Podemos citar como exemplo de um excelente lugar de trabalho, a empresa Google, que esta entre as melhores empresas para se trabalhar no mundo. Isso porque além do emprego excelente, a Google faz com que o funcionário queiram passar a maior parte do seu tempo dentro da empresa, oferecendo mordomias inovadoras. De acordo com ”, Eric Schmidt, CEO do Google disse “O objetivo é tirar tudo o que entra no caminho dos funcionários. Nós oferecemos um pacote padrão de benefícios adicionais, mas, além disso, estão refeitórios de primeira classe, academias de ginástica, serviços de lavanderia, salas de massagem, corte de cabelo, lavagem de carros, lavagem a seco, ônibus – praticamente tudo que um engenheiro que trabalha duro pode querer. Encaremos os fatos: os programadores querem programar, não querem levar a roupa na lavanderia. Assim nós facilitamos tudo para que eles façam as duas coisas.”


Por Fernanda Damasceno

Fonte:http://www.planetanews.com/news/2007/10741

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A Rádio Peão

Podemos entender a rádio peão de forma simples como as manifestações comunicacionais informais não controladas que ocorrem dentro das organizações. Ou seja, seria o “boato organizacional”.

São discursos que correm por toda a organização, do chão de fábrica até a alta administração, através da comunicação intrapessoal e o moderno correio eletrônico.

Atualmente muitos profissionais da área de comunicação a vêem como uma grande inimiga e um mal sem fim, e outros preferem pensá-la como sendo uma lenda. Porém independente da opinião desses profissionais a rádio peão funciona perfeitamente no dia-a-dia de muitas empresas mesmo contra a vontade dos seus executivos.

Essa forma de comunicação é constante e imbatível no chão-de-fábrica e nos corredores dos escritórios, pois muitas vezes a comunicação interna de uma empresa pode ser falha e inadequada, podendo oscilar o desinteresse e a manipulação de informações.

Para evitar e minimizar o costume da rádio peão, é importante que a organização mantenha os funcionários bem informados de tudo que ocorre dentro da instituição, desde suas decisões, previsões até objetivos e metas para que assim acabem os boatos dentro da corporação. Para assim mudar o “disse me disse” para o “dito bem dito”.

Uma estratégia eficiente é aplicar o Endomarketing, que se trata de um conjunto de ações de marketing institucional voltadas para o público interno (fornecedores, vendedores, clientes, colaboradores, acionistas) que assim essas não-conformidades serão extintas da organização.


Por Natalia Baier Pastorelli

Fonte: http://www.comtexto.com.br/2convicomcciRadioPeaoClaudemirBertuolo.htm

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Escola de Montreal

Ao longo dos anos, a sociedade passou por inúmeras transformações e como resultado, não somente ela, mas as organizações tiveram que adaptar-se as novas mudanças.
Com a globalização, as empresas investiram mais no crescimento da produtividade e na maior qualidade de seus produtos.
Já os avanços tecnológicos e comunicacionais, possibilitaram a modernização dos negócios, bem como a gestão da organização.

Resumidamente, a Escola de Montreal surge em 1980, com a finalidade de estudar as “conversações organizacionais”, com foco em pesquisar os diversos conflitos de linguagem existentes no ato do discurso em si.

De acordo com o conteúdo do livro “O que é comunicação estratégica nas organizações”, no qual estamos estudando, como citado em postagem anterior, é possível chegar a conclusão de que o profissional seja ele qual formação possuí, não somente de comunicação, necessita de habilidade para fazer a interação entre a instituição e seus diferentes públicos, proporcionando de forma eficaz a adaptação da organização no contexto social contemporâneo em que estamos.

Abaixo, disponibilizamos uma apresentação sobre a Escola de Montreal elaborada por Armando Levy, onde ele explica de forma clara, teorias e conteúdos próprios da Escola.








Por Luiza Palmeira




Fonte: "O que é comunicação estratégicas nas organizações?" -Autor(a): Ivone de Lourdes Oliveira; Maria Aparecida de Paula. Editora: PAULUS

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

MediaOn 09

A Equipe Innovare a Comunicação compareceu ao MediaOn 09 – 3º Seminário Internacional de Jornalismo Online, que aconteceu nos dias 27, 28 e 29 de outubro, no Itaú Cultural. A proposta do evento era pensar e discutir o futuro da informação em um cenário de constantes mudanças tecnológicas. Aconteceram oito painéis de discussão com grandes nomes do jornalismo e da comunicação.
Um dos mais interessantes painéis, na minha opinião, foi o quinto, com a participação de Pierre Haski (editor-chefe do site Rue89.com), Fernando Madeira (CEO do Terra na América Latina) e da mediadora Cláudia Vassallo (diretora de redação da revista Exame). O tema para discussão nesse painel era “A experiência das empresas que já nasceram com vocação digital”.

Haski abriu mostrando a estrutura da plataforma digital da Rue89.com e apresentando o jornalismo de forma livre, por eles chamado de “L’info à 3 voix”, ou seja, a informação feita pelo tripé jornalistas, experts e internautas. Afirmou que “a limitação não está nas tecnologias, está nas nossas mentes”.

Fernando Madeira também apresentou a plataforma do portal Terra, explicando a importância e a eficiência de uma boa plataforma digital em união à um jornalismo de qualidade. Ressaltou que a mídia tradicional não comporta interatividade, não abraça a audiência e por isso tem perdido espaço. Afirmou que o citizen journalism é fundamental para o portal Terra hoje em dia, as pessoas enviam suas fotos, seus vídeos, seus materiais, eles unem isso ao jornalismo profissional e fica fantástico. “Os que nasceram na era digital, como nós, têm pouco apego às marcas, precisamos ser seduzidos o tempo todo”, disse Madeira.

No debate posterior às apresentações de cada um, Pierre Haski contou que nas últimas eleições norte-americanas, o Rue89 tinha pessoas trabalhando para eles nos Estados Unidos. Pessoas simples como uma estudante de Harvard, a mulher de um engenheiro, pessoas que estavam em bares, restaurantes, etc. A notícia do resultado chegou para eles, na França, às 5 da manhã. Então, às 7 da manhã, quando as pessoas foram procurar saber o resultado, eles já tinham a cobertura completa no site. Foi fundamental a participação desses cidadãos norte-americanos.

A platéia então perguntou se como a internet no Brasil não é democratizada, não exclui diversas pessoas de terem acesso à informação, ao que Madeira respondeu: “Eu não concordo que no Brasil as pessoas não têm acesso à internet. Sessenta milhões de brasileiros usam internet e a informação digital aqui é gratuita. Eu não acredito em exclusão digital. Quem não tem computador vai em lan house, em cyber café. A América Latina tem o maior número de pessoas que usam a internet fora de casa, mais até do que a China”.

Para fechar, Fernando Madeira disse “vocês vivem o melhor momento do jornalismo. Vocês nasceram na era digital, quase grudados no computador. Vocês não precisam aprender a lidar com isso”.

Para nós, relações públicas, após esses relatos, fica ainda mais evidenciada a necessidade de interatividade, da via de mão dupla, da colaboração do público. É fundamental que exista o reconhecimento das organizações para esses aspectos. É fundamental para uma boa comunicação manter o canal aberto para trocas construtivas para ambos os lados.

Quer saber mais? http://www.mediaon.com.br/
Por Mariana Gutierre

domingo, 1 de novembro de 2009

Conceito contemporâneo das Relações Públicas

Falar sobre o conceito de relações públicas pode parecer um pouco embaraçoso, pois é uma disciplina onde encontramos um grande número de definições o que pode ocasionar dificuldade de compreensão.

“Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada” (Soc.Bras.De RP)

Nesses novos tempos a relações públicas se define como uma função da administração distinta, não somente ligada a atividade técnica e sim estratégica, criando um canal capaz de manter duas bases de comunicação entre as organizações e seus públicos, possibilitando o entendimento, aceitação, equilíbrio de objetivos, cooperação e principalmente o diálogo para mediar os diferentes interesses e assim adquirir confiança e credibilidade de ambas partes.

As relações Públicas podem servir a diversos interesses em uma organização. Tanto com seus públicos externos, que são aqueles que a organização atinge direta ou indiretamente sendo assim uma ferramenta estratégica para a administração, visando uma função corporativa em uma via de “duas mãos” e simétrica, sabendo disseminar, coletar e balancear informações e interesses entre a organização e o seu público, como também o público interno, que são os funcionários e as RPs sendo uma possibilidade de participação, uma ponte de comunicação entre diferentes áreas buscando sempre a harmonia local.



Por Marcela Amorim